21 de Janeiro de 2026

Autor: João Henrique Couto Scotto

A Participação Brasileira na primeira guerra mundial

Vamos lá, duvido você encontrar um jogo decente (podemos excluir jogos tipo Supremacy 1914, aquele negócio mobile não faz sentido). Enfim, se observarmos FPS tipo Verdun, Tannenberg e Isonzo, e Battlefield 1, ou outros jogos do período como Valiant Hearts, galera, não tem Brasil ali! E nem podia, porque os governos da Primeira República tinham gastos altíssimos com a manutenção do mercado do café e uma exclusão social tão grande que era impossível o desenvolvimento de uma indústria de larga escala no período, problema que persiste até hoje. Então, vamos analisar a participação brasileira neste conflito e porque ficamos “fora do jogo”.

A necessidade da neutralidade

A Primeira Guerra Mundial começa lá em 28 de julho com a declaração de guerra que a Áustria-Hungria faz à Sérvia e a partir daí é uma declaração de guerra atrás da outra e pronto, começava aí um conflito de proporções inimagináveis. Nesse contexto o Brasil estava quieto, observando atentamente os rumos que o conflito tomava, por isso, a primeira manifestação brasileira ocorre em 4 de agosto, quando o presidente Hermes de Fonseca, declara Neutralidade e publica um decreto com 7 artigos garantindo ações, como a proibição de atos de hostilidade dentro do território brasileiro, além da proibição de participação e/ou auxílio de residentes no país a qualquer nação beligerante. Além disso, ele garantia que o Brasil não enviaria armamentos ou permitiria o uso dos portos brasileiros para eventuais ações militares. Haveria uma permissão especial para os navios que necessitassem aportar no país devido a danos causados no conflito, mas isso, seguindo alguns padrões estabelecidos. Tudo isso não evitou que a embaixada francesa ficasse lotada de “estudantes e intelectuais” do Rio de Janeiro, que manifestavam apoio à França, assim como um porto lotado de alemães indo para a guerra no Rio Grande do Sul.

Neste ano, nós temos logo no início, diversas companhias de navegação alemãs pedindo refúgio nos portos de países neutros, evitando o aprisionamento pelos franceses, desta maneira, nós temos 44 navios mercantes alemães e 2 austro-húngaros ancorados em portos do Brasil em agosto de 1914.

Apesar da sua posição de neutralidade, o Brasil não conseguia impedir os conflitos entre alemães e britânicos na costa brasileira. Em 14 de agosto o cargueiro alemão Santa Catharina foi afundado pelo cruzador britânico HMS Glasgow próximo ao arquipélago de Abrolhos. Outro navio alemão, o SMS Trafalgar (um navio adaptado com as armas da canhoneira Eber) teve um encontro mortal com o HMS Carmania na ilha de Trindade. A troca de tiros entre os dois navios durou 2 horas, e resultou no afundamento do navio alemão, cujo capitão de Corveta Julius Wirth ordenou a evacuação do navio afundando junto com ele. O HMS Carmania sofreu 73 impactos e teve que ser rebocado até Recife, onde recebeu reparos destas avarias.

Em 15 de novembro de 1914, Wenceslau Braz assumia a presidência do país após as articulações políticas de Minas e São Paulo, na famosa política do café com leite. Para seu mandato, Wenceslau tinha que manter a neutralidade do país, os lucros do café e resolver o conflito do Contestado.

Em 1915 enquanto o conflito entrava num impasse na Europa, a elite brasileira passava a debater nos jornais quais eram suas posições, surgindo grupos pró-aliados e pró-germânicos. Enquanto o Jornal do Commercio e A Noite tinham uma postura de apoio aos aliados, outros como A Tribuna, possuíam uma tendência mais germanófila. Grandes veículos como O Jornal do Brasil e o Correio da Manhã, buscavam uma maior parcialidade nas suas publicações.

Enquanto isso, a Itália entrava na guerra e mais de 4mil voluntários ítalo-brasileiros partiam para a Itália, onde lutariam nos Alpes contra os Austro-Húngaros. Entre eles nós temos três irmãos da família Ciscotto que viviam em Minas Gerais: Sílvio, Felice e Giuseppe. Parece o filme – O Resgate do Soldado Ryan – mas ambos morreram. Sílvio, o mais velho, foi ferido na batalha do Tirol e morreu em 29 de outubro de 1915. Felice, morreu no ano seguinte, quando recebeu um tiro na cabeça em junho de 1916. O mais novo, Giuseppe, sobreviveu à guerra, porém, uma doença contraída nas gélidas trincheiras dos alpes, o fez morrer em 24 de maio de 1920.

Os britânicos efetuaram um grande bloqueio marítimo aos alemães em 1915, o que impediu muitas empresas brasileiras de manterem o comércio com os alemães, como o Frigorífico Renner (de Montenegro/RS) maior exportadora de banha de porco enlatada do Brasil para a Alemanha. A resposta alemã seria utilizando seus submarinos para afundar os navios cargueiros aliados, e quanto aos navios de países neutros, ficava claro o aviso alemão para que estes se mantivessem fora das zonas de conflito.

No dia 3 de maio de 1916 o Brasil teria seu primeiro navio afundado. O submarino alemão UB-27 afundou o cargueiro Rio Branco em águas determinadas como restritas. Apesar da comoção nacional, o Brasil manteve a neutralidade, pois nesse caso, o navio havia sido cedido aos britânicos, e estavam com uma tripulação norueguesa. O que deixava os brasileiros consternados era que o navio tinha uma bandeira brasileira no mastro e o nome Brazil (era rústico mesmo) estampado de maneira bem visível no casco.

O Exército brasileiro passava por uma tentativa de modernização, seja com a importação de fuzis alemães Mauser e canhões Krupp, além de uma reestruturação de treinamento de oficiais e recrutas, conforme o então Marechal Hermes da Fonseca buscava. Apesar disso, em 1916 o exército brasileiro tinha um efetivo menor do que o previsto (18 mil ao invés de 25 mil) e tinha mostrado uma grande dificuldade em combater insurreições como a do Contestado. Já o programa de modernização da marinha estava um pouco mais avançado, e a frota brasileira contava com navios modernos, com dois encouraçados do tipo Dreadnought, 3 cruzadores do tipo scout, 10 contratorpedeiros e 3 submarinos. O problema era que na década de 1910 os navios passariam a mudar sua propulsão de carvão para diesel e contavam também com sonares – a frota brasileira já se mostrava obsoleta desde o início da guerra.

O Brasil entra na guerra!

Até agora eu mal falei dos games, até porque eu afirmei que o Brasil não aparece neles, de fato, me lembrei que em Valiant Hearts o Brasil aparece nos “collections” do game, então, elementos da história brasileira aparecem no meio do jogo, apesar de continuarmos sumidos dentro da gameplay. De todo modo, os EUA entram na guerra em abril de 1917, e desta forma, nós temos um aumento dos ataques de submarinos alemães no Atlântico e um aumento da pressão política opinião pública brasileira pedindo um alinhamento com os EUA. Lembro que o Brasil vivia sob a política dos EUA chamada de doutrina Monroe, que resumidamente era uma política estadunidense de impor sua hegemonia aos demais países da América, o Trump está meio que continuando essa política.

Então, vivíamos neste contexto, e com os alemães afundando diversos navios mercantes brasileiros, aumentando a comoção nacional. O vapor paraná, foi afundado na madrugada do dia 4 de abril levando três tripulantes à morte. O navio estava identificado e transportava feijão. Tudo isso faz com que Wenceslau Brás nega a conversa com o embaixador alemão do Brasil, rompe as relações com a Alemanha no dia 11 de abril, mas mantém a neutralidade como posição brasileira na guerra. Depois do afundamento de outros dois navios nos meses seguintes, o Brasil revoga a neutralidade e permite a chegada da frota dos EUA para os portos brasileiros. Os EUA aproveitaram o mostraram seu grande poderio com uma esquadra de patrulha com 3 cruzadores blindados e outros 2 auxiliares. O Brasil se alinhava aos EUA e preparava a entrada na guerra.

O afundamento do cargueiro Macau – com bandeira brasileira – e a captura do capitão Saturnino e do taifeiro Arlindo pelo submarino alemão U-93, trouxe grande comoção, e o presidente Wenceslau Brás encaminha ao congresso a intenção de reconhecer o estado de guerra com a Alemanha. Percebam, o Brasil nunca declarou guerra, apenas reconheceu em 25 de outubro, que estava em guerra com a Alemanha. Na foto mais famosa deste ato, Wenceslau Brás está com o presidente eleito Rodrigues Alves e o ex-presidente Nilo Peçanha. Há um velhinho rindo à esquerda dele, e este é o famoso Ruy Barbosa.

A Guerra e o Brasil

A primeira ação militar brasileira foi tentar capturar a canhoneira Eber (alemã) que estava com sua tribulação aportada na baía de Todos os Santos há 3 anos, porém, os alemães afundaram a canhoneira antes da tomada pelos brasileiros. Porém a agressividade dos submarinos alemães foi tão intensa que o Brasil teve que declarar estado de sítio nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, suspendendo as garantias constitucionais. A ideia era mobilizar a polícia para combater as greves e perseguir os imigrantes alemães, mantendo a “integridade” do Brasil durante o conflito. Além disso, operações da marinha ocuparam ilhas brasileiras como Trindade e Fernando de Noronha, evitando possíveis desembarques alemães.

 Entre 20 de novembro e 3 de dezembro de 1917, o Brasil participa de uma conferência interaliada em Paris, e de lá, o governo se oferece a patrulhar o Atlântico Sul combatendo os submarinos alemães, além de ceder uma frota de cruzadores e contratorpedeiros aos ingleses. Além disso, é desta conferência que o Brasil decide abrir os portos as nações amigas, enviar aviadores navais para a Inglaterra e de uma missão médica para a França. Houve outros acordos econômicos, onde o Brasil cederia parte dos navios alemães aprisionados pelo prazo de um ano, estes navios teriam tripulação brasileira. Nesta conferência foi criada uma comissão militar brasileira que enviaria alguns oficiais adidos ao exército francês, estes participariam do conflito dentro de unidades francesas.

Alguns vão me lembrar do famoso plano Calógeras, que previa um grande financiamento militar ao Brasil através de empréstimos americanos, que depois seriam pagos pelas nações derrotadas, com isso, o Brasil enviaria uma força expedicionário para a Europa e combateria os submarinos alemães com mais eficiência. Mas o plano foi arquivado por Rodrigues Alves depois dele ter vencido as eleições, pois este percebeu que era impraticável um plano com a marinha e o exército no estado debilitado que se encontravam.

O Hospital Brasileiro

No momento eu estou jogando um jogo chamado War Hospital, focado nos hospitais de campo da Primeira Guerra. É um jogo de alocação de recursos, mas longe de um Hay Day, na verdade, existem missões que devem ser superadas dentro do game, é mais específico e até complexo (pelo menos pra mim). Dentro do jogo, nós podemos entender um pouco sobre a prática médica no conflito, e claro, não temos o Brasil no jogo, então, por que eu citei este jogo? Ah, é porque o Brasil enviou uma missão médica para a Europa, e acabou construindo um hospital médico em Paris.

No dia 10 de julho de 1918, o Brasil criou a Missão Médica Militar Brasileira (MMMB), que previa o envio de 131 homens comissionados na marinha e no exército para a instalação e operação de um hospital em Paris com capacidade para 500 leitos. Como nem o exército tampouco a marinha tinha profissionais o suficiente para o envio, foram comissionados alguns médios e até mesmo estudantes, além de 31 praças que serviriam de auxiliares, seguranças e enfermeiros. Para a limpeza e enfermaria mais especializada, seriam contratadas francesas, da mesma forma que o material seria adquirido da França. E assim, o navio francês La Plata, partiria do Rio de Janeiro em 28 de agosto.

Acontece, que desde fevereiro, um gripe assolava o continente europeu, era uma variante da H1N1 que atacava com mais ferocidade as pessoas mais jovens, devido a censura implicada nos países de guerra, as primeiras notícias partiram da Espanha (que não estava no conflito) daí o nome de Gripe Espanhola. Essa gripe tinha um contágio rápido e desenvolvia uma forte pneumonia. Estima-se que esta gripe matou entre 50 e 100 milhões de pessoas somente em 1918. O navio La Plata não estava contaminado, porém, ao embarcarem um batalhão de soldados senegaleses (os Tirailleurs), os mesmos ficaram acomodados nos porões do navio – assim como seus antepassados escravizados. Foi desta condição que a gripe se espalhou para o navio inteiro, criando um verdadeiro depósitos de doentes na embarcação. As primeiras vítimas brasileiras da guerra morreriam no navio, como o oficial farmacêutico José Brasil da Silva Coutinho, que, de tanta agonia devido a febre alta e calor insuportável no navio, jogou-se no mar depois de cortar os pulsos. O navio acabou parando na Argélia francesa e o navio passou por uma desinfecção total. A missão brasileira chegaria na França somente em 24 de setembro, mas o hospital, só ficaria pronto após o término do conflito, apesar da construção recorde e dos elogios franceses a qualidade do corpo técnico brasileiro. A construção do hospital poderia ter sido mais rápida, mas o dinheiro enviado pelo Brasil limitava a alocação do prédio, que só pode ser utilizado devido a pedidos dos franceses aos estadunidenses, que queriam instalar um hospital médico no mesmo local dos brasileiros – era um antigo convento jesuíta localizado no centro de Paris.

A ideia inicial era de um hospital voltado somente aos feridos, com um caminho de ambulâncias desde o fronte já determinado. Porém, com o fim do conflito em 11 de novembro, o hospital recebeu feridos apenas num primeiro momento, resultado dos últimos combates com os alemães, no restante da missão, o hospital brasileiro passou a atender a população local, bastante afetada pelo gripe espanhola, o que gerou uma boa imagem aos brasileiros pelos locais. Já sob o governo de Delfim Moreira (Rodrigues Alves foi eleito mas morreu da gripe espanhola) a Missão Médica passou a ser pressionada pelo seu retorno, mas devido as demandas da guerra, retorna efetivamente só em novembro de 1919.

A Batalha das Toninhas

Isso não está em jogo nenhum, afinal de contas, matar animais como toninhas de forma indiscriminada, não tem nada a ver com uma temática de guerra mundial. Mas, graças ao youtube, se alastrou uma tal de “Batalha das Toninhas” onde a marinha brasileira teria matado um cardume de toninhas no Mediterrâneo, fechando a sua participação no conflito. Por um lado, é verdade, mas por outro, é só uma forma de chamar a atenção e ganhar views – a história do Brasil na Primeira Guerra é muito mais do que esse evento. Aliás, já vou pegar um outro evento e mostrar como a gente pode ganhar views se quisermos levar para esse lado anti-história.  Vou dar um exemplo;

Lembram que o Brasil também enviou aviadores-navais para a Inglaterra. Pois é, mas o país de Santos Dumont, que desde 1911 tentava fundar uma escola de aviação, na verdade, só conseguiu criar uma em 1916. De lá, partiram os aviadores para treinar em três países aliados – Inglaterra, EUA e Itália. Na Inglaterra, durante o treinamento, nós tivemos um avião com perda total e um fazendeiro inglês atingido e “picotado” pela hélice do aviador Olavo Araújo. Mas no fim, os pilotos brasileiros conseguiram participar do conflito e estavam num esquadrão que afundou 3 submarinos alemães.

Chega de voo, voltamos para o mar. Isso porque, franceses e ingleses definiram que a frota brasileira iria ajudar a patrulhar a costa africana do Senegal, passando por Cabo Verde até a chegada do estreito de Gibraltar. Então, o Brasil criou em 30 de janeiro de 1918 a DNOG (Divisão Naval de Operações em Guerra) vinculada ao 9º esquadrão de cruzadores da Marinha Real Britânica. O Brasil enviou os navios mais novos para a missão – a maioria de 1910, porém, nossos navios já estavam obsoletos com relação a guerra marítima contra submarinos. Além dos motores de Vapor serem mais lentos e terem menor autonomia, nossos navios não tinham equipamentos como hidrofones ou qualquer outra coisa para detectar submarinos alemães. Era uma navegação difícil, obsoleta, e talvez por isso, grande parte dos 1500 marinheiros envolvidos trabalhavam nas caldeiras dos navios.

A DNOG partiu para o Senegal em agosto, e durante a missão até foram atacados por submarinos alemães, onde o contratorpedeiro Rio Grande do Norte contra-atacou e mesmo sem confirmação, os britânicos consideraram o submarino abatido pelos brasileiros. Com a motivação em alta, a DNOG chegava no primeiro destino para se juntar a frota inglesa, porém, em setembro, a tripulação do cruzador Bahia que reabastecia o navio com carvão, se contamina com a gripe espanhola e a partir daí a tragédia começa. De todo o efetivo da DNOG, pelo menos 100 morreram e outros 140 foram repatriados, dos quais muitos morreram no Brasil. Muitos brasileiros foram enterrados no cemitério de Dacar – no Senegal.

É apenas no final de outubro que o almirante Frontin considera a epidemia controlada e consegue prosseguir sua missão. Então, no dia 3 de novembro a frota brasileira acompanha os ingleses em patrulha, e no dia 9 – o navio líder da patrulha, o encouraçado HMS Britania, foi afundado pelo U-50 alemão. No dia 10, a patrulha brasileira, sem os equipamentos de detecção, avista com suspeita um cardume de toninhas, e tiros são feitos no cardume. Daí nasceu a ideia de batalha das toninhas, um instrumento de ridicularização do episódio, mas que para a marinha é bem corriqueiro, os estadunidenses repetiram isso na segunda guerra, com navios equipados com sonares, e os ingleses na guerra das Malvinas em 1982.

A guerra terminaria no dia 11 e por isso, o evento das toninhas seria uma das únicas ações brasileiras no conflito. O DNOG continuaria até junho de 1919 fazendo diversas visitas diplomáticas nos países da região onde lhe foi destinada a patrulha.

E assim termina a participação do Brasil na Primeira Guerra, e mesmo sendo militarmente irrelevante, o Brasil conseguiu participar do tratado de Versalhes e garantiu que a Alemanha indenizasse o país devido as apreensões de navios de café em portos alemães. O Brasil também faria parte da Liga das Nações, um filhote da ONU criado depois do conflito. E é claro que essa incapacidade militar brasileira, provocada pela oligarquia política do país seria motivo de grandes conflitos entre governo e jovens oficiais do exército na década de 1920.

Referências Bibliográficas

CAFÉ HISTÓRIA. Imagens históricas sobre o Brasil na Primeira Guerra Mundial. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. Acesso em: 21 jan. 2026.

DARÓZ, Carlos. O Brasil na Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Contexto, 2016.

GARAMBONE, Sidney. A Primeira Guerra Mundial e a Imprensa Brasileira. Rio de Janeiro: Mauad, 2014.

SILVA, Carlos Edson Martins da. A Missão Médica Especial brasileira de caráter militar na Primeira Guerra Mundial. Navigator, Rio de Janeiro, n. 20, p. 94–111, 2014.

WIKIPÉDIA. Imagens históricas sobre a Primeira Guerra Mundial e o Brasil. Disponível em: https://pt.wikipedia.org. Acesso em: 21 jan. 2026.