09 de Fevereiro de 2026

Autor: João Henrique Couto Scotto

a história como ciência do presente. Uma análise do conhecimento histórico e suas relações com os passados possíveis.

Aqui, estou visitando o túmulo de Eric Hobsbawm, considerado um dos maiores historiadores do século XX.

A partir de agora, nós começamos um grande desafio: o de buscarmos entender o que é essa tal de História! E eu gostaria, primeiramente, de deixar o meu conceito sobre o seu significado e, a partir daí, começaremos a discutir mais profundamente.

Então, defino a História como uma ciência que se relaciona com os passados humanos possíveis a partir dos questionamentos do tempo presente. Ou seja, a História não é uma ciência do passado, ou que estuda o passado para compreender o presente e projetar o futuro; a História é uma ciência do presente que, baseada nas demandas e necessidades para um futuro melhor, busca nos passados possíveis diálogos para aprofundar as reflexões e perspectivas críticas do seu próprio tempo.

Mas é melhor continuarmos, pois nem toda essa relação acontece na academia. Por isso, nós podemos pensar a História sob o ponto de vista Acadêmico, baseado no rigor científico e metodológico. Outra área importante é no Ensino de História, onde as realidades locais da escola e comunidade, assim como as políticas de ensino, influenciam nas relações com o passado — e esta é a minha prática e talvez seja dentro deste contexto que você esteja entendendo esse significado. E, por fim, a História Pública, e essa relação é certamente a mais ampla e perigosa.

A História Pública é uma relação voltada para o grande público, e ela acontece a partir de museus, centros históricos, monumentos, filmes, documentários, músicas, publicações em revistas ou jornais, internet, jogos e nas mais variadas redes sociais. Quando temos uma História Pública mal aplicada, ela pode se transformar num forte instrumento ideológico e negacionista.

As Fontes e a História

Vamos entender melhor. Tiago Braga pratica a História Pública a partir dos seus canais – que eu não divulgarei aqui, né? Sua relação com uma História séria é tão ruim que, quando indagado sobre o que é a História num podcast chamado Ciência Sem Fim, por Sérgio Sacani, ele me saiu com essa definição:

“O que que é história? Primeiro a gente fala de documentos, né, a gente fala de documentos que podem ser datados, pode-se usar a própria ciência exata para datar determinados documentos” (Tiago Braga, 2023, 0:53–1:06). “A história não é algo abstrato, que tipo é algo que foi sendo interpretado, sabe, no nível de abstração, não; a gente tem documentos e objetos, sabe, que precisam ser confrontados com outras ciências para produzir uma ciência” (BRAGA, 2023, 1:44–1:59). “Tudo tá sujeito a interpretações, né, mas tá sujeito à interpretação, Sérgio, o que tá no texto não; o texto em si não, o material de onde ele veio” (BRAGA, 2023, 2:49–2:55). “É muito correto a gente dizer que é uma ciência porque ela se vale de outras ciências para validar ela própria” (BRAGA, 2023, 5:09–5:14).

Calma, se você não entendeu nada, não se assuste. O Tiago Braga não sabia o que falar, ficou nervoso e saiu com essa “coisa” de definição. Mas, só para lembrar, ele atua no campo negacionista da História; por isso, ele não consegue sequer refletir sobre o que é História.

Mesmo assim, é importante notar que a ideia de História como Ciência para ele parte de que há uma relação da História com outras ciências e de que a documentação impede que a História seja uma abstração do passado, pois o documento não poderia ser modificado, devendo o historiador apenas confrontar o documento com outras ciências. Realmente, não tenho muita coisa para confrontar, pois é difícil sequer entender a sua definição, mas gostaria de lembrá-los que a ideia de texto escrito como documento não é a única fonte histórica do passado. Temos uma relação grande com outras produções de determinado tempo e hoje a linguística também se mostra superimportante. Além disso, a História parte da necessidade do tempo presente, dos questionamentos e focos que fazemos com o passado.

Assim, o passado é algo dado, já passou, e nós nunca vamos poder acessá-lo em sua integridade; então, o que um historiador faz é observar os seus vestígios. Foi com Marc Bloch e sua obra Apologia da História que este uso de fontes pela História começou a ser tratado de forma mais aprofundada. Para ele, esses vestígios funcionam como testemunhos do passado, e eles podem ter sido feitos de forma voluntária, como obras que começam lá por Heródoto, cujo objetivo era contar a história dos gregos a partir do conflito com os persas.

Os testemunhos involuntários são muitas vezes registros comerciais, de governo, religiosos, mas também aqueles que a arqueologia, linguística e genética nos enviam. Afinal de contas, “tudo o que o homem diz ou escreve, tudo que fabrica, tudo que toca pode e deve informar sobre ele” (Bloch, 2001, p.79).

E esta análise das fontes não está condicionada a outras ciências para que, graças a elas, a História seja uma ciência, como falou Tiago Braga. Na verdade, o historiador deve se especializar cada vez mais na análise das fontes, pois é a partir do seu exame que esse vestígio do passado passa a fazer sentido no presente. Essa especialização é bem complexa. Por exemplo, se eu quiser abordar um período fabril e a condição dos proletários de certo tempo, terei que examinar os tipos de máquina, as formas de produção… enfim, é um aprendizado longo e especializado. Não imagine que analisar os testemunhos é aceitar passivamente os resultados de outras pesquisas ou campos de conhecimento.

Ainda nesse assunto sobre os testemunhos, muitos enxergam o passado apenas sob os testemunhos mais evidentes, e isso atrapalha um pouco a análise sobre determinada época. Por exemplo, se eu estou buscando um período brasileiro durante a segunda metade do século XIX, quais vestígios ou testemunhos serão mais visíveis: os casebres populares e os registros dos analfabetos ou os casarões dos barões, os símbolos imperiais e os registros do governo? Você percebeu que muitos testemunhos do passado foram silenciados? Pois é, a historiadora ou historiador deve perceber esses silenciamentos; eles são importantes para podermos nos relacionar de maneira mais próxima com os nossos passados.

Desta maneira, criticar as fontes é muito importante dentro da História. Não é apenas “aceitar” a fonte como algo imutável sobre o passado, mas observar também os contextos que fizeram aquele vestígio do passado chegar até nós. É como Azoulay (2024, p.226) diz:

“[…] devemos levar em consideração como os documentos foram fabricados enquanto entidades ontológicas separadas sobrepostas e opostas aos mundos existentes.”

Ou seja, se eu achar que Heródoto me falou tudo sobre a Batalha das Termópilas, eu estou apenas reproduzindo o olhar grego daquela época. E isso pode acontecer até mesmo se eu analisar uma fotografia da escravidão: os senhores e responsáveis pelas violências muitas vezes não estão nas fotografias, e a escravidão acaba sendo vista sob uma perspectiva que ignora um dos feitores desta violência — o proprietário dos escravizados.

O Passado e a História

Muitas vezes nós temos uma impressão do que é História e para o quê ela serve, mas observe como o Brasil Paralelo trata essa questão:

“Em senso estrito, a história estuda os feitos do homem ao longo do tempo. Com essa área do saber, é possível entender como o passado influencia o presente, o porquê das coisas serem como são e quais são os melhores modelos de vida individual e social, fornecendo ainda outras possibilidades. A história amplia o mundo que se vive, propicia o contato com outras culturas e diferentes saberes, carrega valores e ensinamentos pelo tempo e pode oferecer um sentido à vida.” (BRASIL PARALELO)

Até que não tinha nada de muito perigoso nesta fala do Brasil Paralelo, até chegarmos aqui: “carrega valores e ensinamentos pelo tempo e pode oferecer um sentido à vida”. E aqui mora o perigo: a História não deve ser uma matriz do presente, ou seja, um modelo de passado para seguirmos no presente. A ideia de inserir determinado passado no presente é bem nazista, para deixar bem explícito. Quando nós buscamos “valores” num passado, corremos o risco de “inventarmos” e, pior, excluirmos passados que não nos agradam para que o presente siga da forma como “eu quero”. Esse tipo de entendimento da História vai levar certamente à manipulação do passado para os interesses do presente.

Eu sei que alguns devem estar pensando: “por que eu tenho a impressão de que o passado se repete?”. Não é uma inverdade; muitos eventos passados têm a tendência de se repetirem, e por isso eu acredito que Koselleck explica melhor:

“Cada história individual, na qual nos vemos envolvidos, é vivenciada como algo singular, mas não são novas as circunstâncias nas quais a singularidade se realiza. Há estruturas que persistem e há processos que perduram: ambos condicionam e subsistem aos eventos individuais nos quais a história se efetua. Em outras palavras, existem velocidades diferentes de mudança.” (Koselleck, 2014, p.192-193)

É que os acontecimentos são influenciados por estruturas que se transformam a partir de tempos diferentes. Por exemplo: a geografia de um lugar tem um período de transformação diferente das leis daquele lugar, da política ou dos modos de comportamento e mentalidade. Muitas vezes as estruturas se mantêm a tal ponto que é possível determinar a possibilidade de um evento.

Por exemplo, numa sociedade capitalista industrial, se a exploração da mão de obra a partir de baixos salários continuar, nós podemos imaginar as greves, o baixo consumo e algum político populista catalisando esses problemas a seu favor. Percebam: não são eventos que certamente ocorrerão, mas, como as estruturas permanecem, é possível refletir sobre as consequências de tais ações. Por fim, Koselleck (2014, p.193) complementa:

“Em termos mais exatos: previsões só são possíveis porque na história existem estruturas formais que se repetem, mesmo quando seu conteúdo é singular e preserva um caráter surpreendente para os envolvidos. Sem as constantes, de duração variada, presentes nos eventos vindouros seria impossível prognosticar qualquer coisa.”

Vamos para outro exemplo. Em 1904 no Brasil, houve uma campanha de vacinação; porém, muitos moradores dos morros cariocas se revoltaram, alguns sendo mortos e outros enviados para o Acre. O resultado não parou na violência policial; a desinformação provocou mais de 6 mil mortes por varíola, febre amarela e sarampo naquela região nos anos seguintes. A pandemia da COVID-19 também foi marcada pela desinformação e morte de 600 mil brasileiros. Se as roupas, as músicas, a tecnologia e as cidades em geral são completamente diferentes entre esses 116 anos de intervalo, as estruturas políticas e sociais do Brasil não se modificaram na mesma velocidade; por isso, percebemos aproximações entre ambas as tragédias humanitárias.

Além do negacionismo da vacinação, tanto na pandemia recente quanto na Revolta da Vacina, as políticas sanitárias visavam "encobrir" a incapacidade de atender os mais pobres.

Talvez, nessa relação entre presente, passado e futuro, possamos reimaginar algumas condições; senão, podemos repetir o que Hitler fez na Alemanha Nazista. Eu não exagerei quando adverti sobre o uso da História pelo Brasil Paralelo como uma forma nazista de se relacionar com o passado. Quero lembrá-los de que a ideia de “espaço-vital” nazista era baseada num passado construído — ou seja — a partir da origem histórica do povo alemão, utilizou-se o passado para garantir o sucesso do futuro.

Talvez nós façamos diferente, assim como Georg Hamman (apud Koselleck) propôs: é a ideia de futuro que determina o presente e o passado. Nós, como seres humanos, dependemos da nossa expectativa futura para vivermos e, como é impossível experimentar o futuro, como podemos prevê-lo?

O Problema e a História

Tá, se aceitarmos que nossas expectativas futuras nos fazem compreender o presente e buscarmos os passados possíveis, como fazemos isso? Aqui vem uma questão importante, é isso mesmo: a resposta está na pergunta! Uma das formas de nos relacionarmos com os passados possíveis de forma teoricamente e metodologicamente responsável é através da pergunta-problema.

O passado não é mudo; porém, ele não sabe com quem está falando. Na maioria das vezes, os testemunhos do passado apenas viviam o seu tempo. Logo, como podemos conversar com eles? Por isso é importante, dentro da História, a formulação de perguntas, sempre pensando que o testemunho não sabe que está falando com a gente. Complicado, né? Mas vou tentar exemplificar o porquê de o problema ser tão importante dentro da História como ciência.

Alveus, ou tabuleiro, do jogo das doze linhas dos século II a.C

Eu vivo num contexto em que as bets (sites de aposta) crescem a um ponto de fazer parte das conversas corriqueiras do meu cotidiano; logo, me preocupo com um futuro dominado pelas bets ou pelo predomínio das apostas no meu dia a dia. Ou seja, minha expectativa futura é baseada na minha vivência do presente. Só que eu lembrei que os romanos adoravam apostar. Como vou falar com esse passado específico? Oras, eu vou formular uma pergunta e, a partir dela, posso iniciar a minha relação com o passado.

Hum, previamente vou estudar a História de Roma e vou perceber que no período de Augusto (primeiro imperador) Roma vivia um período de ascensão das apostas; assim, pergunto: “Como as apostas em Roma durante o governo de Augusto influenciaram as políticas de governo romano na capital do Império?” Fiz a minha pergunta. Agora, baseado na busca de fontes, vou tentar esclarecer a questão. Só não podemos esquecer: falo um idioma diferente das pessoas daquele tempo e vivo uma vida diferente delas. Não posso traduzir e julgar esse passado da forma como vivo o meu tempo; se eu fizer isso, posso cair num negócio chamado anacronismo.

A ideia de anacronismo é julgar determinada época a partir do olhar do meu tempo. Então, quando eu vou questionar as apostas em Roma e perceber que havia romanos que ficavam sem refeição por causa de apostas em jogos de dados, não posso chamá-los de “idiotas”. É importante observar as condições daquele tempo; assim, chego à conclusão de que o romano comum convivia com a morte instantânea e sua perspectiva de viver não era focada no futuro, mas no presente.

Mas é óbvio que a História não é uma simples entrevista com o passado; é necessária toda uma operação historiográfica para tornar a História uma ciência.

A Ciência da História

Certa vez, Eduardo Bueno — que é um dos maiores produtores de História Pública atualmente — acabou retrucando uma crítica ao seu trabalho a partir da expressão:

“Para mim a história nunca foi uma ciência. A história sempre foi um fluxo narrativo que não sabe de onde saiu e muito menos sabe para onde vai.” (BUENO, 2025, 7min 37s).

E pronto, assim ele justificava sua escolha por narrativas mais chamativas ao grande público, destinando à História uma condição muito mais próxima à da literatura, por exemplo. Infelizmente, ele empobreceu o debate acerca da História como Ciência ou Narrativa com o diálogo posterior:

“Para mim a história é só assim um lero-lero, um conto, um conto cheio de som e fúria, significando nada.” (BUENO, 2025, 8min 03s).

Mas aqui é importante enriquecermos um pouquinho se essa História é uma ciência ou não.

Sobre esse debate, é impossível deixar Hayden White de lado. E, ao contrário do que você possa pensar, ele não defendia a História como pertencente ao campo das ciências, e sim defendia a ideia de que a História era uma estrutura narrativa que se propunha a construir um modelo ou ícone sobre determinados processos e estruturas do passado, cujo objetivo era explicar o que era através da representação.

Hayden vai demonstrar em sua obra, Metahistória, que a História é uma forma de saber compartilhada a partir de pensadores da história; estes tinham estilos de reflexão histórica que podiam ser identificados como crônica, estória, modo de elaboração de enredo, modo de argumentação e modo de implicação ideológica. Claro que eu não posso abordar com mais profundidade a obra de Hayden, mas posso afirmar que, mesmo contrariando a ótica de História como ciência, ele é um dos maiores pensadores e contribuidores da teoria da história presente até hoje na academia.

Se com Hayden a História era uma reflexão histórica cujos elementos de construção e elaboração eram próximos aos da narrativa, foi ao contrapor essa posição que chegamos à nossa concepção de História como uma Ciência, pois para sua constituição ela precisa de Teoria, Método e Responsabilidade. E aí entra a ideia de Operação Historiográfica de Michel de Certeau.

Eu gostaria de encerrar esse texto, apesar de achar insuficiente tamanha a complexidade da História, com dois temas que se conectam: a História como Verdade e como Ciência. Primeiro, a condição da História como Ciência é possível por meio da responsabilidade da sua prática. Segundo Certeau, há uma combinação entre lugar social, práticas científicas e, por fim, a escrita.

Eu gostaria de me referir agora à História Acadêmica, pois ela representa a História como uma ciência, em primeiro lugar, porque é na academia que temos uma definição clara de quem produz e para quê se produz. Há uma instituição, um lugar, que permite que os passados sejam observados a partir de teorias e métodos e que o resultado destas construções seja validado (ou não) por seus pares. Ou seja, a escrita não é feita apenas para vender, e sim para comprovar uma tese, um objetivo da pesquisa.

É ali que se constrói uma Operação Historiográfica, um conjunto de práticas que valida um resultado – como toda Ciência possui. Através de Certeau (2011, p.57), uma obra tem valor na História quando:

[…] pode ser situada num conjunto operatório. Aquela que representa um progresso em relação ao estatuto atual dos “objetos” e dos métodos históricos e que, ligada ao meio no qual se elabora, torna possíveis, por sua vez, novas pesquisas. O livro ou o artigo de história é, ao mesmo tempo, um resultado e um sintoma do grupo que funciona como um laboratório.

Por favor, não imaginemos a História como a “Verdade” sobre o passado, como um fato consumado, provado, cuja verdade absoluta é possível — jamais! A historiadora e o historiador não buscam a verdade; essa operação historiográfica que eu afirmo como científica busca o que Certeau afirma (2011, p.49): “transformar em cultura os elementos que extrai de campos naturais”.

Ou seja, é como um químico que transforma elementos da natureza em produto. O petróleo bruto, na natureza, é apenas uma mistura complexa de hidrocarbonetos; ele não é plástico por natureza. É necessária uma operação técnica — de destilação, craqueamento e polimerização — para que aquela matéria-prima bruta seja transformada em algo novo: o plástico, um produto da cultura humana.

A História vai transformar essa “natureza” em cultura, feita, assim como as demais ciências, através de uma técnica. Então, não falamos de “verdade histórica”, falamos de conhecimento histórico, produzido por uma ação humana responsável, que construiu esse produto a partir da organização, análise e transformação dos testemunhos do passado, como documentos, pesquisas linguísticas, genéticas, arqueológicas, relatos orais, entre outros.

É a partir desta produção técnica do conhecimento histórico realizado de forma científica — ou seja, a partir de uma operação historiográfica — que nós chegamos a um resultado que, mais uma vez, não é a verdade do passado, e sim um conhecimento humano!

Referências Bibliográficas

  • ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2020.

  • AZOULAY, Ariella Aïsha. História potencial: desaprendendo o imperialismo. Tradução de Marina Vargas. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.

  • BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício de historiador. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

  • BRAGA, Tiago. [Debatendo se a história é ciência]. Entrevistador: Sérgio Sacani. Cortes do Ciência Sem Fim [OFICIAL]. [S. l.], 17 abr. 2024. 1 vídeo (5 min 23 s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-VHz5khQnQU. Acesso em: 9 fev. 2026.

  • BRASIL PARALELO. Por que é importante estudar história? Redação Brasil Paralelo, 6 set. 2021. Disponível em: https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/por-que-e-importante-estudar-historia. Acesso em: 9 fev. 2026.

  • BUENO, Eduardo. A ESQUERDA RACHOU – EDUARDO BUENO. [S. l.]: Buenas Ideias, 5 fev. 2025. 1 vídeo (32 min 46 s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D6a2V1NkudI. Acesso em: 9 fev. 2026.

  • CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Tradução de Maria de Lourdes Menezes. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

  • KOSELLECK, Reinhart. Estratos do tempo: estudos sobre história. Tradução de Markus Hediger. Rio de Janeiro: Contraponto/PUC-Rio, 2014.

  • WHITE, Hayden. Meta-História: a imaginação histórica na Europa do século XIX. Tradução de José Laurênio de Melo. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1995.